Ministra da cultura entrega chave da igreja matriz a frei Ambrósio


O painel iconográfico com 13 mil azulejos da igreja matriz de Cachoeira foi restaurado e entregue nesse final de semana pela ministra da cultura, Ana de Hollanda. A igreja matriz do Rosário de Todos os Pretos de Cachoeira ficou uma belezura, como diria Gaiaku Luísa, mas ainda faltam algumas coisas por terminar: os santos precisam ser vestidos e os altares precisam de seus oiros. Depois da cerimônia no templo do deus católico, a comitiva ministerial foi para o Cine Teatro Cachoeirano - CTC -, onde a ministra apreciou a reforma do edifício, prometendo instalar os apetrechos necessários para o pleno funcionamento do equipamento artístico ainda nesse ano. 
Presentes ao ato, além dos fieis seguidores ministerial, estavam o mineiro/cachoeirano Luís Fernando de Almeida, presidente do IPHAN, o secretário de cultura do Estado da Bahia, o superintendente do IPHAN-Ba, o diretor do IPAC e o frei Ambrósio, que representou o arcebispo primaz Krieger. A comunidade religiosa não participou da entrega da obra da igreja do Rosário. Dizem por aí que foi por pura birra, piti, ciuminho eclesiástico. Porém o problema é muito mais grave! Representantes cachoeiranos destacados estavam apenas Salustiano Coelho de Araujo e Dr. Ivo, dois possantes (e não enriquecidos com o dinheiro público) ex-prefeitos do município. O secretário de educação  e o secretário de cultura estavam lá também. Outros cachoweiranos foram aqueles que valorizam essas coisas, pessoas que naturalmente valoriza e protege o patrimônio local. O pároco não foi, mas estavam lá alguns olheiros-bisbilhoteiros-mores. No final dos discursos, a ministra Ana de Hollanda entregou a chave do templo religioso ao frei dominicano.

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