Mais ainda o Guaraná Guarany



Andrezza Celestino de Souza disse...

Anônimo,

Como ignorar o nível técnico de O Guarany de hoje, cuja estrutura é orientada por quem entende do assunto, inclusive doutores em comunicação? É aqui mesmo no CAHL da UFRB que docentes renomados reconhecem as qualidades técnicas do Jornal O Guarany que você ignora. O Guarany de hoje divulga a verdade. Eu sou oposição a Tato, mas nem por isso deixo de reconhecer que ele prossegue construindo e inaugurando obras, que ele tem o controle da base aliada conforme divulgou o Jornal O Guarany, na sua recente edição. Divulgar a verdade, é ser ético. Agora,é crime divulgar mentiras conforme constam neste blog dando conta que Boccanera escrevia para O Guarany do passado, em 1877, é menosprezar a inteligência de tantos que acompanham as notícias aqui postadas, pois, o Boccanera, ainda vive, é renomado profisisonal do jornalismo moderno, na cidade do Rio de Janeiro. É coincidência inacreditável ter havido em 1877 um Boccanera também jornalista que escrevia para o O Guarany de Augusto Motta, aqui em Cachoeira.

Cachoeira Online responde:

Senhorita Andreza Ceslestino de Souza
Cordiais saudações

Agradeço-lhe por acessar nosso blog e participar deste tão "profundo" debate. Primeiro, juro por Deus e por todos os santos que em momento algum questionei a qualidade técnica do jornal O Guarany. Confesso que não entendo nada de paginação, designe gráfico, essas coisas da indústia de comunicação. Quando eu tinha 14, 15 anos de idade, trabalhei no jornal A Cachoeira, do velho Felisberto Gomes, que era Vaccarezza (e era parente do deputado do PT lá de São Paulo!) e conhecido como Briô, mas o jornal era feito com empastelados tipos móveis e os textos eram construídos em compunidores frouxos e velhos, o papel era  linhas d`águas gramatura 3 comprado na T. Janer, em Salvador, e os jornais eram impressos numa impressora francesa de 1787 acionada por uma manivela e uma roda de ferro pesadíssima e três vezes maior do que eu. Como vê, não sei nada sobre técnicas modernas de fabricação de jornal; portanto, não tenho segurança para tecer comentários sobre o Guarany nem o Reverso, etc. 
Ademais, eu não escrevi nada grave sobre o referido e extemporâneo jornal. Quem escreveu foi o professor Raimundo Cerqueira num ineditorial publicado no jornal REVERSO da UFRB, mas o que ele disse não comprometeu em nada a sua qualidade, a sua conduta ética, se é ou deixa de ser um jornal `morcegal`. O fato de o jornal O Guarany ter orientação de professores doutores em comunicação não significa muita coisa. Existem muitos doutores ruins pacaramba por aí, e, além disso, doutores também erram, alguns são incompetentes, burros, falam besteiras, etc., etc., etc.
Quanto ao Sílio Boccanera de Cachoeira, sinto-me absolutamente seguro da sua existência. Acho perigoso a senhorita opinar de forma tão precipitada sobre um assunto que não está segura do que está afirmando, e também ir na onda de surf de pessoas que provavelmente lhe induziu a defender o guaraná Guarany. Para dirimir sua dúvida, recomendo-lhe visitar a hemeroteca (seção de coleção de jornais, né?) do Arquivo Regional de Cachoeira, e consultar os jornais O Guarany da década de 1880. Lá, seguramente a senhorita encontrará alguns artigos de Sílio Boccanera, que não é o Sílio Boccanera que a senhorita equivocadamente confunde com o renomado jornalista lá do Sudeste. Sou historiador, senhorita Andreza, e o patrono da história e o Deus Cronos, aquele da cronologia, como bem sabes. Historiador que se preza não comete `ana-cron-ismos`. Cronos me mataria!
Sílio Boccanera é um nome muito raro e dado a esse tipo de confusão. Mas não se supreenda quando vir neste blog sobrenomes, tais como Vieira de Mello, que não é o âncora do jornal daquela TV, Bandeira de Mello, Berenguer, que não é aquele ator global, Fiusa, entre outros sobrenomes nobres paulistas e cariocas, cujos antepassados foram senhores de engenho desta desinformada jungla.  

Comentários

  1. Anônimo00:20

    Esse povo da UFRB so porque passou numa federal acha que já é o dono da verdade absoluta.

    Prefiro senhorita Andrezza acreditar em quem vive aqui e nao em quem é deportado pra cá pra dar opinioes do que nao sabe.

    Basta.

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  2. Arnaldo Sampaio00:28

    Esse é o Cacau que eu gosto;muito bem.Seu blkog é aula de história e de de cultura.Parabéns!

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  3. Anônimo10:24

    O Guarany não é jornal e sim folhetim, o problema é que já esquecemos o conceito de jornal. Folha de São Paulo, O Estado, entre outros, sim são jornais.

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  4. Anônimo10:54

    Gostei da resposta a esta bostética Andrezza que o que parece come pela boca de outros. O jornal guaraná(tubaína) guarany é uma porcaria que se vende a quem tá no poder. Era assim com Raimundo Leite, publicando pesquisas falsas, sendo inclusive condenado pela Justiça pela picaretagem, que ficou provado que houve grana para pesquisa falsa. O que impressiona é que o editor chefe do jornal, que dispensa comentários, pois todos conhecem a sua personalidade, foi humilhado, agredido, triturado por Tato e sua tropa, a ponto de ficar doente com as agressões no entanto, o seu jornal se presta, hoje,por força da grana, a rasgar eleogios ao gestor e suas amantes. Só falta dizer que Xica da Silva-amante reserva- é intelectual e foi militante da esquerda.Doutores de jornalismo ou comunicação são doutores do nada e de nada, pois jornalista somos todos nós, radialistas, xicas, manés etc, pois nada se exige pra exercer tal profissão, Cachorro jornalista, cascavél jornalista, picareta jornalista, bandido jornalista e por aí vai. Olhem a história do guaraná guarany, sem venal.

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  5. Arnaldo sampaio13:00

    Essa Andrezza é real? Hum!

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  6. Anônimo15:21

    Lembro-me de tudo isso postado acima por esse anonimo.

    Deu forum justica e tudo mais por conta de uma pesquisa eleitoral que o Professor havia feito no guarana tubainestico, sendo que essa pesquisa era proibida onde o candidato opositor tinha a maioria dos votos.

    Lembro-me tambemque o professor foi quase as ultimas de doente que ficou com medo de pagar uma pesada multa a justiça...

    Agora o jornal se aliou ao edil...

    Como dizia o quico do programa Chaves "que coisa não?"

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  7. Arnaldo sampaio16:23

    Êpa! ANônimo,não ofenda a memória da personagem histórica e vibrante que foi Chica da Silva.

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  8. Anônimo16:31

    Mentira pura! Nunca houve doença nenhuma com o Prof. Pedro Borges!Invenção do idiota anônimo. Maluco! Trabalho aqui no Fórum, acompanhei tudo. E não houve nada disso. O professor provou que fez a pesquisa fundamentado na Constituição Art. 220, mas os candidatos Tato e Jorge Ômega não se conformaram porque o resultado dava Raimundo Leite em 1o. lugar, aí, então moveram 5 ações na Justiça, convencendo o Juíz da época a condená-lo. Assim, foi feito, mas os magistrados que sucederam aquele que o condenou, são unânimes em afirmar que a condenação foi injusta. Anos depois, o advogado do Jornal conseguiu no Tribunal reverter o quadro.

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