MOSTRANDO O PAU

Procissão de N. S. da Glória da
Ir.da Boa Morte nos anos 1970.
No destaque, Seu Pacote,
gari da PMC, membro da Irmandade
da Paciência e frequentador
da casa de Seu Coquito. A fotografia
é de Antônio Moraes Ribeiro.
Jorge Ramos, proeminente e atuante jornalista cachoeirano de projeção nacional, e, para meu orgulho e lisonja, leitor deste blog, me colocou num sinôque de bico. Ele exigiu provas documentais sobre a citação histórica do artigo "As 200 irmãs da Boa Morte", publicado ontem aqui (leia). Jornalista Jorge Ramos, você está absolutamnte certo. Entretanto, falando em termos populares, "ninguem gosta de bater palmas para macaco sambar, né não? O documento citado na matéria é fruto de um trabalho exaustivo de pesquisa em arquivos empoeirados, e de um esforço pessoal mal compreendido, pichado, sacaneado, que, por isso, não posso dar na mão a qualquer um. Dou a você (a informação, que fique público e claro). Ei-la, pois, a referência: o documento encontra-se na página dois do jornal A Verdade, edição de 15 de setembro de 1883, que se encontra na hemeroteca do Arquivo Público do Estado da Bahia. Infelizmente não tenho-o digitalizado. É suficente?

Comentários

  1. VOCÊ COMO HISTORIADOR, ANTROPÓLOGO, NÃO SEI MAIS O QUÊ, É UM EXCELENTE FOFOQUEIRO.
    É A NOSSA CANDINHA OFICIAL. SEUS TEXTOS PRETENSOS SÉRIOS SÃO UMAS MERDAS RECHEADAS DE PICUINHAS, RANCORES E DESPEITOS.
    VÁ ENGANAR OUTRO, SEU PAU MANDADO DOS DONOS DE ENGENHO DE SÃO FRANCISCO DO PARAGUAÇU, CACHORRO VIRA-LATA DE FAZENDEIROS QUE ESCORRAÇAM POBRES E PRETOS.

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